Em destaque: Electric Mountain, Sahara & Sol Gris

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Ainda não encontrei uma maneira de transformar esse segmento em algo semanal, mas vamos com calma que algum dia as coisas se acertam. Dito isso, hoje trago até vocês 3 lançamentos da cena latina que venho escutando nas últimas semanas. Breve e direto nas descrições dos álbuns mais uma vez, mas espero que gostem!

 

  • Electric Mountain – Electric Mountain

 

a1379755586_16Começando com os mexicanos da Electric Mountain que lançaram no mês de Maio seu álbum auto intitulado. A banda vai soar completamente agradável para todos aqueles que apreciam os nomes mais clássicos na cena do Stoner Rock como Kyuss e Fu Manchu. E isso é um ponto que transforma o álbum em algo de fácil assimilação e acredito que muitos vão apreciá-lo logo na primeira audição. Riffs de alto calibre, ritmos potentes e vocais nebulosus desfilam em abundância pelas oito faixas do álbum. Destaque para as faixas “Free Woman” e “Heavy Stone”.

 

 

 

  • Sahara – The Light

 

a3573808990_16Esse é um álbum que você provavelmente deve ter visto em algum lugar da web, The Light da banda argentina Sahara tem aparecido com frequência nos sites gringos especializados e inclusive figurou na Doom Charts. A sonoridade da banda é completamente pesada e lamacenta, ritmo obrigatoriamente arrastado e monolítico que é complementado pelos vocais ásperos asquerosos (isso é um elogio!). Apostando em faixas mais longas, The Light vai encontrar seu público naqueles que gostam de algo mais sujo e cru. Destaque para as faixas “The Light” e “Rombai”.

 

 

 

  • Sol Gris – Sol Gris

 

a2281958556_16Ao contrário dos dois álbuns citados acima, o registro auto intitulado da banda Sol Gris é aquele que passa despercebido pela grande maioria. O álbum tem um aspecto bem visceral e a sonoridade apresenta uma pegada mais experimental (mas relaxa, nada complexo que vá te afastar). Trazendo elementos do Doom, Sludge e Rock Psicodélico, as três faixas do registro tem em comum a característica de não se prender às mesmas estruturas e ritmos, flertando tanto com passagens mais pesadas, outras repletas de psicodelismo e ainda alguns momentos mais experimentais. Destaque para a faixa “1”.

 

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