Witchstone – Mortal Fear of Infinity

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Mortal Fear of Infinity é o segundo full lenght da banda canadense Witchstone, lançado no dia 1 de Março. A banda aposta em uma abordagem que não chega a soar como uma novidade mas é muito bem executada e particularmente algo que se tornou um vício desde a primeira audição.

Por um lado você encontra características que passam por nomes como Electric Wizard, Cough, Salem’s Pot e Merlin, com riffs pesados e ritmos densos capazes de derreter o seu cérebro em alguns instantes, como ocorre em “The Voidmouth”. Por outro a banda se encarrega de introduzir ondas psicodélicas intoxicantes, “Chronoshift” é um exemplo disso, mas vale ressaltar que essas características são frequentemente encontradas no decorrer do álbum.

E o equilíbrio com que a banda apresenta peso e psicodelismo talvez seja a razão de Mortal Fear of Infinity ser algo tão viciante. O álbum já conta com um tom familiar que facilita na assimilação da música criada pelo grupo canadense, mas também conta com uma série de variações no ritmo que impedem que o álbum se torne algo repetitivo, as faixas “Estuaries” e “Maniac Of Dane Hills” são um grande exemplo disso. Isso transforma toda experiência relacionada ao álbum algo agradável, fluindo de uma forma natural e sem se apressar para entregar o clímax máximo de cada faixa. Além de todo o instrumental pesado e chapado repleto de solos alucinantes, vale destacar a performance dos vocais, responsáveis por berros ásperos e asquerosos num tom repleto de agonia, seguindo exemplos mais presentes no Sludge.

Faixas favoritas: The Voidmouth e Chronoshift

(translation in the comments)

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Uma opinião sobre “Witchstone – Mortal Fear of Infinity”

  1. ALBUM REVIEW: Witchstone – Mortal Fear of Infinity

    Mortal Fear of Infinity is the second full length of the Canadian band Witchstone, released on March 1st. The band brings an approach that does not sound like a novelty but is very well executed and particularly something that has become an addiction since the first audition.

    On one hand you find features that pass through names like Electric Wizard, Cough, Salem’s Pot and Merlin, with heavy riffs and dense rhythms capable of melting your brain in a few seconds, as occurs in “The Voidmouth”. On the other hand, the band is responsible for introducing intoxicating psychedelic waves, “Chronoshift” is an example of this, but it’s worth pointing out that these characteristics are often found in the course of the album.

    And the balance with which the band presents their heavy and psychedelic music may be the reason of Mortal Fear of Infinity to be something so addictive. The album already has a familiar tone that facilitates the assimilation of the music created by the Canadian group, but also counts on a series of rhythm’s variations that prevent the album from becoming something repetitive, the tracks “Estuaries” and “Maniac of Dane Hills” are a great example of this. This transforms all experience related to the album something pleasant, flowing in a natural way and without rushing to deliver the maximum climax of each track. In addition to all the heavy and high-pitched instruments filled with hallucinating solos, it’s worth highlighting the performance of the vocals, responsible for harsh and gross screaming in a tone filled with agony, following more examples present on Sludge bands.

    Favorite tracks: the Voidmouth and Chronoshift

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