The Wizards – Full Moon in Scorpio

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Fighter Records

Não é a primeira e nem será a última vez que mencionarei como a cena espanhola está servida de boas bandas. Fato que se reforça após ouvir Full Moon in Scorpio, novo álbum da banda The Wizards lançado no dia 16 de Maio via Fighter Records. Sim, é mais um revival dos anos 70, mas à parte disso temos um álbum empolgante e que está entre os melhores do gênero que tive a oportunidade de escutar ao longo do ano.

Full Moon in Scorpio é dono de uma energia contagiante, todas as faixas possuem uma dinâmica que agrada, empolga e te deixará totalmente fixado no repertório apresentado pelo grupo espanhol. Repertório esse munido de riffs potentes, ritmos fortes conduzidos através de um trabalho instrumental bem executado, além dos vocais poderosos que se destacam com facilidade.

Esse é um daqueles álbuns tão vibrantes e dinâmicos, que se torna um desafio não bater cabeça, fazer air drumming ou cantar junto cada nova faixa do álbum. É esse o tipo de álbum que a The Wizards entrega ao público, a pura tônica do Hard Rock dos anos 70’s, com pitadas do Occult Rock e influências que passam por nomes como Black Sabbath, Kiss, Thin Lizzy, Pentagram, Deep Purple e Blue Öyster Cult.

Prepare-se para ser levado pelo ritmo agradável de faixas como “Calliope (Cosmic Revelations)” e “Halftones to Eternity”, alguns dos momentos em que mais fica evidente como a The Wizards trabalha bem suas influências e conduz sua música de uma forma que flui naturalmente, sempre prendendo sua atenção. Em “When We Were Gods” a banda expõe uma outra face, entregando uma faixa que inicialmente te leva a pensar ser uma longa balada de quase sete minutos de duração, mas seu desenvolvimento repleto de variações que mudam a frequência e a intensidade tratam de dar um equilíbrio consistente à faixa. A minha favorita é a “Stardust”, onde a banda desacelera um pouco o ritmo que vinha sendo apresentado e entrega uma faixa bem construída, com grandes solos, uso marcante do teclado e performances deslumbrantes de cada membro.

Um dos melhores lançamentos do mês de Maio na minha opinião e sem dúvida um dos meus favoritos nessa onda de revival que sempre trata de nos surpreender com bandas como a The Wizards.

 

(translation in the comments)

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Uma opinião sobre “The Wizards – Full Moon in Scorpio”

  1. ALBUM REVIEW: THE WIZARDS – FULL MOON IN SCORPIO

    It’s not the first and it will not be the last time I will mention how the Spanish scene is served by good bands. This fact is reinforced after listening to Full Moon in Scorpio, new album by The Wizards released on May 16 via Fighter Records. Yes, it’s another revival of the 70s but apart from that we have an exciting album that is among the best of its kind that I had the opportunity to listen through the year.

    Full Moon in Scorpio owns a contagious
    energy, all the tracks have a dynamic that pleases, excites and leaves you utterly fixed in the repertoire presented by the Spanish group. This repertoire features powerful riffs, strong rhythms driven through well-executed instrumental work and powerful vocals that stand out easily.

    This is one of those albums so vibrant and dynamic that becomes a challenge not to bang your head, make air drumming or sing along each track. This is the kind of album that The Wizard delivers to the public, the pure 70s hard rock tune with occult rock blasts and influences that go by names like Black Sabbath, Kiss, Thin Lizzy, Pentagram, Deep Purple and Blue Öyster Cult.

    Be prepared to be carried away by the enjoyable rhythm of tracks like “Calliope (Cosmic Revelations)” and “Halftones to Eternity”, some of the moments when it’s most evident how The Wizard works their influences and conducts their music in a way that flows naturally, always holding your attention. In “When we were Gods” the band exposes another face, delivering a track that initially leads you to think it’s a long ballad of almost seven minutes long but its development full of variants that change the frequency and intensity try to give a consistent balance to the track. My favorite is “Stardust”, where the band slows down a little the rhythm that was being presented and delivers a well-built track with great solos, outstanding keyboard use and stunning performances from each member.

    One of the best releases of the month of May in my opinion and undoubtedly one of my favorites in this wave of revival that always come to surprise us with bands like The Wizards.

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