Altar of Betelgeuze – Among the Ruins (2017)

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Transcending Obscurity Records

A Altar of Betelgeuze retorna com seu segundo full lenght e apresenta uma continuidade da dinâmica apresentada pela banda finlandesa em seu debut, na qual se tornou notória sua combinação entre Doom, Death e Stoner. Em Among the Ruins a banda é capaz de entregar um álbum sólido e massivo, reafirmando o potencial demonstrado em seu debut, além de conseguir levar até o ouvinte sua abordagem de uma forma objetiva.

Isso se deve a forma como a banda elabora sua música, ela busca criar uma sonoridade com a qual seja possível moldar sua identidade em uma cena que carece de bandas mais autênticas ou que pelo menos se proponham a criar algo que possa ser designado como algo “próprio” ou característico da banda. E a AoB consegue fazer isso muito bem.

Em Among the Ruins a banda apresenta aos seus seguidores sete faixas inéditas que disparam uma série de ritmos arrastados guiados por uma grande quantidade de riffs pesados. O Doom é o elemento principal da sua sonoridade, a base que se une aos elementos do Stoner e Death que a banda introduz ao longo das faixas. E ela faz isso de uma maneira bem organizada, as transições entre as influências acontecem de uma maneira bem natural e em alguns momentos soa como uma versão mais cavernosa da Khemmis.

Os vocais são um dos pontos altos do álbum, desde os guturais horrendos de faixas como “The Offering” e “Absence Of Light”, onde a dinâmica do Death / Doom é mais acentuada, aos vocais limpos de faixas como “Sledge Of Stones” e “New Dawn”que trazem algo que vai lembrar aos mais nostálgicos algo vindo da cena grunge de Seatlle, mais precisamente (ao menos para mim) ao tom vocal do Chris Cornell em seus tempos áureos à frente da Soundgarden.

Among the Ruins é um álbum sólido e pesado, eu particularmente gosto da direção que a banda está seguindo e fico com a sensação de que encontraram a “fórmula” ideal para trabalhar sua sonoridade. O álbum será lançado no dia 14 de Abril pela Transcending Obscurity Records e a banda já liberou três faixas que estarão presentes no álbum para saciar a curiosidade do público.

Tracklist:
01 – The Offering
02 – Sledge Of Stones
03 – No Return
04 – New Dawn
05 – Absence Of Light
06 – Advocates Of Deception
07 – Among The Ruins

Altar of Betelgueze:
Matias Nastolin – Baixo, Vocal (Gutural)
Olli “Otu” Suurmunne – Guitarra, Vocal
Juho Kareoja – Guitarra
Aleksi Olkkola – Bateria

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Uma opinião sobre “Altar of Betelgeuze – Among the Ruins (2017)”

  1. Altar of Betelgeuze returns with its second full lenght and presents a continuity of the dynamics presented in its debut, in which its combination between Doom, Death and Stoner became notorious. In Among the Ruins, the band is able to deliver a solid and massive album, reaffirming the potential demonstrated in its debut and beyond being able to take the listener’s approach in an objective way. .

    This is due to the way the band elaborates their music, it seeks to create a sound with which it’s possible to shape their identity in a scene that lacks more authentic bands or that at least propose to create something that can be designated as something of ther own or something characteristic of the band. And AoB can do it very well.

    In Among the Ruins the band presents its followers with seven new tracks that trigger a series of crawling rhythms guided by a great deal of heavy riffs. Doom is the main element of its sonority, the base that joins the elements of Stoner and Death that the band introduces along the tracks. And AoB does it in a well-organized way, the transitions between influences happen in a very natural way and at times it sounds like a more cavernous version of Khemmis.

    Vocals are one of the highlights of the album, from the horrendous guttural tracks like “The Offering” and “Absence Of Light”, where the dynamics of Death / Doom are more present, clean vocals from tracks like “Sledge Of Stones” And “New Dawn” that bring something that will remind nostalgics something coming from the Seattle grunge scene, more precisely (at least for me) to the vocal tone of Chris Cornell in his golden days ahead of Soundgarden.

    Among the Ruins is a solid and heavy album, I particularly like the direction the band is following and I get the feeling that they have found the ideal “formula” to work their sonority. The album will be released on April 14 by Transcending Obscurity Records and the band has released three tracks that will be on the album to satisfy the public’s curiosity.

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